Bata-Me! | (POPWITCH)

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Festival‚ ‘Verão Arte Contemporânea’ (VAC) 2013

Seleção Oficial Festival ‘Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras’ 2014

Prêmio ‘Cultura Copa 2014 | WorldCup Brazil’

O espetáculo BATA-ME! (Popwitch), do MADAME TEATRO e direção de Diego Bagagal, é um mergulho experimental e pessoal na cultura pop. Uma homenagem glamourosa a alma de seu Tio Ricardo que faleceu em 2012 vítima da AIDS.

Uma peça multimídia bilíngue com atores do Brasil, Austrália e Portugal que usa do conceito de ‘cosmopolita’ de Fernando Pessoa para falar do Brasil e de Minas mas também de temáticas universais;


“Forte, impactante, trash, absurdo.

A estética kistch tem referências que vão desde Xuxa a Martin Luther King.

É mordaz, um tapa mesmo.

É uma crítica contundente aos valores de hoje e aos imperativos da aldeia global.”

Dra. Denise Pedron Vice-diretora Teatro Universitário UFMG



BATA-ME! (Popwitch) une a cultura pop ao universo dos contos de fada em uma atmosfera pessoal e absurda.

“Nesse trabalho experimento com alguma acidez as dores e delícias de um pensamento otimista em relação à tolerância racial, religiosa, cultural e principalmente sexual. É uma busca pela captura da paixão, da obsessão e do espírito desses seres, em princípio, bidimensionais. É a minha versão desmistificada dos contos de fadas, novas camadas são percebidas e realçadas, como a sexualidade e a relação debochada com a vida. É Snow White and The Seven Dwarfs 5D” – Diego Bagagal.”



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Com uma dramaturgia recheada de referências e citações, BATA-ME! (Popwitch) desperta no espectador uma inevitável intimidade com o que está em cena. E estas referências vão da cultura regional mineira à Factory, de Andy Warhol. No texto encontram-se fragmentos de Pessoa, Fados de Coimbra, versos de Drummond e icônicos discursos políticos sobre a liberdade como ‘I Have a Dream’. O espetáculo é bilíngue, mas até mesmo a tradução de seu texto é objeto de experimentação cênica. Ao invés dos recursos tradicionais, a tradução é incorporada ao conceito da dramaturgia.


“bata-me! se serve da fábula

para sublinhar diversas questões:

as indignas condições de trabalho reservadas aos imigrantes ilegais, a prevalência dos símbolos da cultura de massa, as pulgões que determinam nossas vidas e os cacoetes culturalmente adotados pelos gêneros.”

Miguel Anunciação Jornal Hoje Em Dia



As experiências teatrais de BATA-ME! (Popwitch) resultaram em reconhecimentos internacionais. No último ano o espetáculo foi o único selecionado na América Latina para participar do renomado festival australiano Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras. Segundo James Rongen Hall, diretor do festival em Sydney, a peça foi escolhida porque ‘seus temas são contundentes, globais e relevantes para a sociedade’.



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Concepção, Direção e Dramaturgia
Diego Bagagal
Assistência de Direção
Martim Dinis e Daniel Toledo
Elenco
Diego Bagagal, Martim Dinis, Lucas Costa e Elizabeth Scales
Atriz convidada
Rosa Antuña
Cenário e Adereços
Natalia Vaz
Cenotécnica
Helvécio Izabel e Natalia Vaz
Vídeo-Projeções
Débora Oliveira e Ralph Antunes
Desenho de Luz
Rodrigo Marçal
Figurinos
Diego Bagagal
Assistência de Figurinos
Lucas Costa
Costura
Elionaide Andrade
Caracterizacão
Fabriccio Souza
Sonoplastia
Sérgio Geléia
Música “Tralalalá”
Rosa Antuña
Movimento
Martim Dinis
Consultoria em Dança
Rosa Antuña
Designer Gráfico e Photoshoot
Natalia Vaz
Filmagem & Edição
Carabina Cultural
Produção & Realização
MADAME TEATRO
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