Em Louvor | à Vergonha

Prêmio Cena Minas 2014

CenaMúsica 2014

Sete meses no ano de 2012 de intensa pesquisa e imersão na obra de Oscar Wilde foram o ponto de partida do espetáculo. O resultado, uma perspectiva pouco conhecida dos últimos momentos da vida do escritor.

Wilde, figura polêmica e provocativa, contestou com seu próprio modo de vida a sociedade vitoriana que com hipocrisia tentava garantir a persistência de uma moral histórica que viria a ruir no século que se seguia. O autor foi um mártir que pela vanguarda e pela arte entregou sua vida.


“Híbrido: Música, dança, teatro e literatura

se misturam em espetáculo que propõe reflexão
sobre a
liberdade e tolerância”

Daniel Toledo Jornal O Tempo



‘Em Louvor à Vergonha’ mostra Wilde em delírio, na última hora de sua vida. Uma profusão de fragmentos cênicos desenha a poética da ascensão e queda que marcou a existência do escritor.


“Diego Bagagal se propôs a uma

imersão radical.
Durante 7 meses,

pesquisou toda a obra de Wilde.”

Mariana Peixoto Jornal Estado de Minas



No espetáculo, Diego Bagagal não se ateve apenas às obras teatrais do escritor, já amplamente conhecidas e discutidas.

“Busquei cartas, diários, caricaturas do século XIX, fotografias e textos da época em várias traduções, e outras que nem tiveram traduções. Passei a selecionar trechos que reverberavam diretamente na minha alma”- Diego Bagagal





MÚSICA & TEXTO



A interdisciplinariedade entre texto é música é central na construção da dramaturgia cênica. Dois fluxos musicais percorrem paralelamente o espetáculo: a música pulsante, angustiante e moderna de PJ Jota Quest e o romantismo clássico composto pelo violinista barroco André Cavazotti.
O resultado é uma atmosfera soturna e inquietante que revela o delírio e a loucura de Wilde, pouco antes de morrer.

Ouça online a trilha composta por PJ Jota Quest:


Dublin’s Boy

Opium Tears

Wilde’s Short Stories